Blog

Quais os custos do afastamento de um funcionário?

Alguns riscos podem levar um funcionário ao afastamento da empresa. Saiba quais são, os prejuízos decorrentes e o que fazer para amenizar a situação.

Embora a palavra “trabalho” seja original do latim “tripalium” ou “tortura”, ele não precisa ser necessariamente uma atividade extenuante. Até para as ocupações que envolvam trabalho braçal, como um setor operacional de uma indústria, as pausas, as análises ergonômicas e as atividades laborais podem tornar o ato de trabalhar algo bem menos desagradável do que geralmente é. 

Quando essas medidas simples não são tomadas, tanto os funcionários podem sentir-se insatisfeitos durante as horas dedicadas à produção, o que compromete a saúde mental desses colaboradores, como o trabalho em si pode gerar lesões ocupacionais.  

O que pode levar um funcionário a se afastar? 

Nos últimos 10 anos, segundo o Ministério do Trabalho, houve um aumento em 25% dos casos de afastamento devido ao ambiente de trabalho. Entre esses casos inclui-se: acidentes de trabalho, dor nas costas, lesões nos joelhos, entre outros. Em 2017, inclusive, a dor nas costas foi, de fato, a doença que mais afastou o funcionário brasileiro do seu posto de trabalho. 

A falta de ergonomia nos ambientes ocupacionais pode ser uma causa importante desses casos de afastamento. Existem valores padrões para a luminosidade de um local, níveis de ruídos, número de pessoas no mesmo espaço físico, disposição de objetos, entre outros. Somado a uma carga horária extensa e sem pausas, as lesões se instalam e podem incapacitar o trabalhador. 

E quanto custa o afastamento de um funcionário? 

Uma pesquisa realizada entre os anos de 2012 a 2018 pelo INSS apontou cerca de 520 mil afastamentos por auxílio doença. Anualmente, estima-se que o SUS gaste cerca de 6 bilhões de reais com auxílios para as doenças do trabalho ou acidentes, isto sem incluir os valores de aposentadoria por invalidez ou as precoces. 

Além da empresa ter a obrigação de custear os primeiros 15 dias de afastamento do seu funcionário com o pagamento integral do seu salário, o que gera custos por não haver a entrega das suas tarefas, muitas vezes é necessário fazer a contratação de substitutos temporários para a realização destas tarefas. Com isso, há também os custos com treinamentos e integrações, sendo que, dependendo do nível de experiência do substituto, pode levar algum tempo para que ele esteja apto a desempenhar sua função sozinho. 

Mesmo que o funcionário fique um curto período de tempo afastado, ainda assim haverá o desfalque na equipe, sobrecarregando os demais colaboradores ou até mesmo acarretando um desvio de função para suprir a demanda, sendo tal ato passível de processo trabalhista no futuro.  

Algumas possíveis soluções 

Uma das medidas essenciais, além de inspecionar e manter adequado o local de trabalho, é promover treinamentos sobre: posturas ideais ao desenvolver atividades ocupacionais, a importância das pausas durante a jornada de trabalho e o uso regular dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI). 

Oferecer um plano de saúde adequado, verificar e melhorar a ergonomia no local, atendimento com nutricionista na empresa, desenvolvimento de um programa de ginástica laboral também pode ser um importante meio de prevenção a doenças ocupacionais. 

Além disso, mesmo em atividades braçais, o componente mental tem total importância na qualidade de vida do trabalhador. As pausas não deveriam ser meros descansos, mas momentos de relaxamento que possam de fato prevenir condições como a depressão e a ansiedade. Para isso, a Quick Massage é um ótimo e meio e custo-benefício. Clique aqui e saiba mais sobre a Quick Massage.